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Teatro Municipal da Guarda vandalizado outra vez

Quinta-feira, 01.04.10

O Teatro Municipal da Guarda (TMG), foi alvo de novo acto de vandalismo. Duas placas gigantes de vidro, que compõem a estrutura mural do Café Concerto, foram partidas.

Apesar de o TMG ter colocado, da primeira vez que foi vítima do vandalismo, uma targa no edifício fazendo referência aos custos da reparação e o equivalente aos espectáculos que podiam ser realizados com esse dinheiro, isso não inibiu as pessoas que de má fé cometeram este acto. A PSP está a investigar e pode até já ter suspeitos para o sucedido.

 

ATENÇÃO (Lá por hoje ser 1 de Abril, este acontecimento não é uma mentira)

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Vandalismo afecta Teatro Municipal da Guarda

Segunda-feira, 13.07.09

O Teatro Municipal da Guarda (TMG) tem sido alvo de actos gratuitos de vandalismo. Desde graffitis em várias paredes, luzes de chão partidas, a dois grandes vidros estilhaçados numa parede de um dos edifícios do Teatro, avaliados em cerca de 10 mil euros, os prejuízos vão-se acumulando, e indignando a direcção do TMG.

Américo Rodrigues, director, decidiu mandar colocar um tarja na parede do Teatro Municipal da Guarda, referindo as iniciativas culturais que se podiam fazer com o custo dos prejuízos causados pelo vandalismo de que o Teatro tem sido alvo.

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Actos de vandalismo na Mêda preocupam autarquia

Sábado, 13.09.08

Uma onda de vandalismo na cidade da Mêda está a preocupar a autarquia, que admite vir a reforçar a segurança neste concelho com recurso a segurança privada e instalação de equipamentos de videovigilância.

Nos últimos tempos vários equipamentos têm vindo a ser destruídos, desde árvores a bancos de jardins, e mais recentemente, nas instalações das piscinas municipais, foi destruído um posto de venda de gelados.
Apesar de admitir que instalar câmaras de vigilância no espaço público pode “restringir” a liberdade das pessoas, o facto de não existirem, está a permitir, segundo o autarca, que outras cometam crimes.
Sobre os responsáveis dos actos de vandalismo, Aurélio Saldanha, da empresa municipal responsável pelas piscinas, atribuiu os incidentes verificados a esta época de verão, a jovens que “saem dos bares cerca das 3 da manhã, por vezes em estado de embriaguez, e dedicam-se a este tipo de acções danosas”.

A GNR, através do NIC de Pinhel, já está a investigar este caso relatado pela autarquia.

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Vandalismo no Centro Histórico da Guarda é "preocupante"

Quarta-feira, 16.04.08

O Observatório do Comércio e Turismo da Associação Comercial da Guarda inquiriu 86 comerciantes do Centro Histórico da Guarda e concluiu que metade já sofreu, de alguma forma, actos de vandalismo.

Os comerciantes queixam-se de que ninguém está a fazer nada para por cobro a estas situações preocupantes, sendo que a autarquia admite poder a vir adoptar videovigilância para salvaguardar a integridade do Centro Histórico.

As queixas dos comerciantes são mais que muitas e passam desde a destruição de vasos, de caixotes de lixo, vidros partidos de montras e carros, criando um clima de insatisfação pelo continuar destas atitudes de “vandalismo” e “impunidade”, acusam muitos comerciantes.

Segundo um estudo apresentado pela Associação Comercial da Guarda, mais de 45% dos comerciantes“já viram o seu estabelecimento vandalizado”, sendo que 75% dos inquiridos consideram que os comportamentos de vandalismo no Centro Histórico da Guarda estão a aumentar.

O presidente da Câmara da Guarda, Joaquim Valente, admite que a situação é de tal forma preocupante, que o leva a afirmar que “a polícia está ciente que é necessário encontrar formas de combater este vandalismo”.

Da parte da Associação Comercial da Guarda, os comerciantes apontaram a necessidade do reforço do policiamento como a principal medida a tomar para fazer face aos actos de vandalismo no Centro Histórico, estando a favor da instalação de câmaras de vigilância, mas apelando também ao reforço da iluminação pública.

 

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