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Maternidade da Guarda promove Marcha (Localvisão)

Sábado, 04.08.12

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Maternidade da Guarda assinalou Dia do Pai (Localvisão)

Terça-feira, 20.03.12

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Ministro da Saúde afasta encerramento de maternidades na Beira Interior

Terça-feira, 14.02.12

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afastou hoje a possibilidade de encerramento de maternidades, ao dizer que «não há nada que esteja planeado» sobre a matéria.

O governante falava na Covilhã, na Beira Interior, uma das regiões onde o assunto tem gerado polémica, depois de em Novembro Paulo Macedo ter dito que «as maternidades que tiverem menos de 1.500 partos por ano, de acordo com os indicadores da Organização Mundial de Saúde, não deveriam estar a funcionar».

Na altura, o ministro admitiu que podia haver encerramentos que se justificassem.

Na Beira Interior, segundo dados de 2009 da Direcção Geral da Saúde (DGS), a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco fez 473 partos, o Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) 594 e Unidade Local de Saúde da Guarda somou 690.

Paulo Macedo deslocou-se hoje à Covilhã para dar posse ao novo conselho de administração do CHCB, presidido por Miguel Castelo Branco, e questionado pela Agência Lusa sobre o tema, afastou qualquer hipótese de encerramentos.

À pergunta sobre se vai fechar maternidades, o ministro garantiu: «Não, não é nada que esteja planeado».

«Neste momento não tenho qualquer prioridade sobre isso», acrescentou.

Os mais recentes dados da DGS, referentes a 2009, indicam que há 13 unidades no país com menos de 1.500 partos/ano.

No que concerne à Beira Interior, o ministro da Saúde defendeu hoje o reforço do pólo de saúde que já existe na região.

O Governo entende que «há possibilidades claras de reforçar ainda mais os laços entre a Universidade da Beira Interior e o CHCB e que deve haver maior articulação entre as unidades hospitalares, os centros de saúde e os cuidados continuados».

A região conta com os hospitais da Guarda, Castelo Branco, Covilhã e Fundão, formando nestes dois últimos o CHCB, estando ainda instalada na Covilhã a Universidade da Beira Interior e respectiva Faculdade de Ciências da Saúde.

Questionado pela Lusa, Paulo Macedo admitiu que o pólo possa implicar uma nova estrutura orgânica, mas desvalorizou o assunto: «Poderá acontecer, no entanto, neste momento, o que nos interessa é maior articulação. Depois temos que ver a forma, se passa por uma mudança orgânica ou não».

Durante a posse do novo conselho de administração do CHCB, o ministro referiu que este é «claramente um momento de grande exigência» para os administradores hospitalares, «que não tem tido paralelo nos últimos 40 anos, sobre como gerir com maiores restrições e dando o essencial às pessoas».

SOL

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Defesa da Maternidade da Guarda na agenda do PCP

Terça-feira, 14.02.12

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Debate sobre o futuro da Maternidade da Guarda

Terça-feira, 24.01.12

Tem lugar esta terça-feira, dia 24, às 21h30 no Café Concerto do TMG, o ciclo «Rádio Café», organizado em parceria pela Rádio Altitude e pelo Teatro Municipal da Guarda.

O primeiro debate de 2012 é dedicado a um tema que está entre os maiores desafios da Guarda para o ano que agora começou: «Que podemos fazer pela Maternidade?».

Perante a hipótese de encerramento do único bloco de partos do distrito, se forem levados em conta os mais rígidos critérios sugeridos pelo grupo de estudo da reforma hospitalar, queremos saber com que argumentos poderá a Guarda lutar para defender a continuidade deste serviço. Quais são os nossos pontos fortes e os nossos pontos fracos? De que maneira devem as instituições da cidade e do distrito organizar-se e envolver-se na defesa da Maternidade? Que razões tem o cidadão para acreditar nesta causa? Como poderá o bloco de partos do Hospital da Guarda afirmar-se como o melhor da região? Que papel cabe aos profissionais de saúde, aos representantes políticos e às chamadas "forças vivas"? O que poderá acontecer à Guarda se a Maternidade fechar? Eis algumas abordagens para um debate a muitas vozes.

O painel inicial de intervenientes será formado por Ana Margarida Correia (professora e jovem mãe), Cremilde Sousa (médica obstetra e chefe do serviço de Obstetrícia do Hospital da Guarda), Isabel Marta (enfermeira-parteira aposentada), Sofia Monteiro (professora e activista) e Vasco Queirós (médico de família).

O debate será aberto a todos quantos estejam presentes no Café Concerto do TMG e queiram intervir. A moderação será feita pelo jornalista Rui
Isidro. A entrada será livre - e a opinião também.

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Governador Civil da Guarda quer que se apoie Diana

Domingo, 02.01.11

O governador civil da Guarda considerou, após uma visita à mãe e à pequena Diana, a bebé que nasceu às zero horas do primeiro dia do novo ano na maternidade da Guarda, que deve ser dada «alguma relevância» ao nascimento daquela criança porque, «de certa maneira, pode ajudar a contrariar o pessimismo que neste momento grassa na sociedade portuguesa e particularmente na Guarda». Santinho Pacheco recordou que no ano passado só após o terceiro dia do ano é que nasceu uma criança na Guarda.

Dado que a pequena Diana é filha de «pais humildes, ela doméstica e ele agricultor», o representante do Governo defende que «vale a pena fazer um esforço para que a criança, que de alguma forma traz alegria e esperança a um distrito tão envelhecido, receba ajuda». Nesse sentido, adiantou, já contactou o presidente da Câmara de Figueira de Castelo Rodrigo, António Edmundo, para, «em conjunto com outras entidades com responsabilidades nesta matéria, possa ser dada uma ajuda simbólica a este bebé 2011».
O médico obstetra Albertino Chaves, que assistiu ao parto, também entende que a família devia ser apoiada. A pequena Diana é a terceira filha do casal Susana e João Espinha.

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Guarda, Covilha, Castelo Branco. Qual fecha?

Domingo, 13.09.09

Dezenas de médicos da Guarda questionaram, por abaixo-assinado, o ainda primeiro-ministro José Sócrates sobre o futuro das três maternidades existentes na Guarda, Covilhã e Castelo Branco.

O Governo, nesta legislatura, encerrou algumas maternidades no país e tinha programado reorganizar o serviço de maternidades na Beira Interior.
Segundo os médicos subscritores do documento, a manutenção das três maternidades é “insustentável” a curto prazo, e os clínicos dizem mesmo que quando outras maternidades do país foram encerradas, realizavam naquela mesma altura um número superior de partos ao que as maternidades da Beira Interior realizam actualmente.

O Centro Hospitalar da Beira Interior, projecto abandonado e que iria juntar os três hospitais (Guarda, Covilhã e Castelo Branco), era uma ferramenta que serviria para definir onde se manteria aberto o serviço de maternidade, mas depois de criada a Unidade Local de Saúde da Guarda (ULS), os médicos questionam-se como será agora tomada a decisão.

Os médicos admitem mesmo que, pelo menos, uma maternidade, das três, terá de encerrar, mas questionam-se pela distância que existe entre elas.

Esta é também a posição do candidato do PS às legislativas pelo Distrito da Guarda, Francisco Assis, que defende que a maternidade da Guarda não tem razões para ser encerrada, pela distância que existiria depois a percorrer pelas grávidas para os seus partos. Apesar do apoio deste socialista, que já liderou a bancada parlamentar do PS, os médicos da Guarda afirmam que deveria existir uma tomada de posição do Governo antes do final desta legislatura.

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Maternidade na Guarda "nunca foi posta em causa"

Quinta-feira, 03.04.08

Apesar de por mais de uma vez o Primeiro-Ministro ter referido que Guarda, Covilhã e Castelo Branco têm que se entender sobre a localização das maternidades, para a autarquia da Guarda não existem dúvidas que a cidade vai manter a sala de partos.

Para a Câmara da Guarda, o projecto do novo hospital está a avançar contemplando a maternidade, seguindo indicações ministeriais “houve um despacho do Ministro da Saúde para desenvolver o projecto do Hospital de acordo com o programa funcional, que contempla a maternidade, que nunca foi posto em causa”.

Segundo Joaquim Valente, o próprio ministério deu a garantia da localização na Guarda “o senhor ministro disse mesmo que era um projecto que iria manter-se por ser a maternidade que fazia mais partos nesta região”.

Desta forma, o presidente da Câmara da Guarda diz que nunca esteve tão seguro “nunca esteve em causa e nunca houve tantas certezas como agora. Todos os passos que o Governo assumiu, estão a ser feitos e seguidos”, garante, referindo ainda que a única vez que ouviu José Sócrates a referir-se à necessidade de serem feitas opções sobre as maternidades a fechar, o Primeiro-Ministro descansou-o “falei com ele pessoalmente e admitiu que as coisas que agora estão a ser desenvolvidas não são as mesmas de quando proferiu essas declarações, portanto para mim está tudo mais do que esclarecido, nem nunca tive dúvidas”.

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