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"Irmã" processa instituição de onde foi expulsa

Quarta-feira, 14.05.08

 A “Irmã” Maria de Fátima Diogo, que trabalhou durante 23 anos na Liga dos Servos de Jesus reclama uma indemnização, de 120 mil euros, no Tribunal da Guarda, por ter sido expulsa da instituição há cerca de sete anos.

Com uma vida dedicada à Igreja e às actividades religiosas, para a qual entrou aos 24 anos, Maria de Fátima vive ainda hoje com “imensa tristeza” tendo passado pelo “maior sofrimento” de uma vida, ao lhe terem retirado a hipótese de seguir a vida que sempre quis ter “Interromperam um ideal de vida que eu queria seguir”.

Com uma vocação que era inabalável, tendo deixado para trás família e mesmo um namoro, Maria de Fátima sentiu grande revolta quando há sete anos foi expulsa da Liga.

Saiu, disseram-lhe, por “desobediência”, facto que refuta e agora leva a Tribunal.

O advogado foi conseguido com o Apoio Judiciário, “não tinha posses para pagar um porque durante o tempo que tive na Liga dos Servos de Jesus nunca recebi nada” sentindo-se assim “magoada” pela expulsão, acreditando que tem direito a ser indemnizada pelos serviços prestados.

A expulsão da Liga surgiu após um desentendimento com a Irmã Superiora Guilhermina, já falecida, por divergência quando à formação. Maria de Fátima queria prosseguir estudos e foi-lhe permitido terminar o 12ºano, tendo frequentado o curso de Animadora Sociocultural na Escola Profissional de Trancoso, mas esta queria mais e pediu para ir para a Universidade de Coimbra, para aí se licenciar. “Queria tirar o curso para ser mais prestável à instituição” diz a Irmã Maria de Fátima, que recusa ser acusada de desobediência, motivo que foi alegado para a expulsão, argumentando esta que “não fui desobediente, pelo contrário, mantive-me obediente, porque não fiz o curso que gostava de fazer”.

 

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