Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Mais sobre mim

foto do autor


calendário

Janeiro 2008

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031

Arquivo

  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2012
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2011
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2010
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2009
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2008
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2007
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Pesquisar

 


Há 91 anos, população não deixou destrui Boeirinho de Trancoso

Segunda-feira, 21.01.08
O património de Trancoso é vasto, rico e variado nas suas componentes multifacetadas ligadas aos costumes, tradições, lendas, passagens reais da História e dos elementos construídos, alguns de grande vestustusidade e outros reduzidos à sua simplicidade mas de grande importância no conjunto monumental. É o caso do Postigo do Boierinho.
Há precisamente 91 anos, o povo de Trancoso insurgiu-se contra a destruição do seu “Boeirinho”, uma pequena porta das muralhas medievais que a Câmara Municipal pretendia emparedar por proposta do então Ministério da Guerra.
De reduzidas dimensões, é um pequeno postigo situado próximo das Portas do Prado, onde só cabe uma pessoa de cada vez e que serviu para a entrada dos retardatários em tempo ou período de perigo para a vila, já que estavam fechadas todas as portas.
Do interior era possível trancar esta abertura, de difícil acesso, integrada no conjunto defensivo de Trancoso, quer ainda hoje se mantém visível e de acesso à Rua do Boeirinho, que dá para o exterior das muralhas, atravessado o postigo.
Há época, através do jornal Folha de Trancoso, o escritor Antero de Figueiredo, dando eco ao descontentamento da população, alegou que este postigo era um “documento único no conjunto da defesa de Trancoso”.
O Boeirinho e a sua história, tanta e escondida nas pedras enegrecidas que o constituem, ali está e a sua destruição não vingou. Ele pode ser visto, disfarçado nas suas reduzidas dimensões, como um testemunho físico do património medieval e fortificado de Trancoso.

Autoria e outros dados (tags, etc)




Comentários recentes