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Guarda: Cerca de 450 adultos receberam certificados

Sábado, 20.10.07

O Nerga (Núcleo Empresarial da Região da Guarda) entregou ontem cerca de 450 diplomas a adultos que se inscreveram no programa Novas Oportunidades e realizaram os estudos que lhes permitem obter a certificação do nono ano de escolariedade.

A cerimónia foi presidida pelo Secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, que lembrou o "esforço e empenho" do Governo para a qualificação dos portugueses.

O Governante lembrou que até 2010 Portugal vai querer certificar um milhão de portugueses, “uma meta exigente” mas que para Valter Lemos “tem de ser exigente para um país que quer estar entre os melhores da Europa”, referindo ainda que “os fundos europeus destinados à qualificação profissional aumentou de 26 para 37 por cento” no próximo ano.

O Nerga, nos últimos 5 anos concluiu a certificação de mais de 1400 adultos, com o nono ano de escolariedade, tendo já inscritos cerca de 240 que procuram agora a obtenção do diploma do 12º ano, que permite no futuro um acesso ao ensino superior.

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1 comentário

De Zé da Burra o Alentejano a 06.11.2007 às 15:11

Muito se critica a aplicação dos "Fundos Europeus" gastos por Portugal em betão (na construção de auto-estradas), mas é inegável que ficou obra feita e que hoje se vai de Norte ao Sul do país em meio dia. Os nossos vizinhos espanhóis fizeram, aliás, o mesmo, mas com uma diferença: a circulação nelas é gratuita enquanto que nas nossas se pagam portagens e se anunciam para breve também portagens para as poucas que ainda não as têm.

Os próximos "Fundo Comunitários" serão gastos na qualificação dos Portugueses. Esperemos pelo resultado e só depois poderemos avaliar se foram melhor ou pior aplicados: Serão bem aplicados se se destinarem a formar os empresários (patrões), os técnicos e a mão de obra de que o país carece para responder à globalização; não terão os efeitos anunciados se se destinarem para formar portugueses em áreas de que o país não necessita: aí o resultado será o sub-aproveitamento, emigração (beneficiando com o conhecimento adquirido em Portugal as Empresas estrangeiras destinatárias desses emigrantes) ou o desemprego.

Como se sabe, já hoje o desemprego é maior no grupo dos licenciados, embora haja carência de técnicos nas áreas da saúde e se não fossem os muitos espanhóis que trabalham nos nossos hospitais, a situação era mesmo dramática. Gostava de saber porque é que isto se passa e porque é que muitos portugueses (os que podem) têm que ir estudar no estrangeiro para obter esses cursos?

Zé da Burra o Alentejano

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