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Paulo Portas, líder do CDS-PP, passou pela Guarda na maratona para as Legislativas, e dirigiu o seu discurso para o sentimento de impunidade que se vive no País. “Há zonas do país onde se as pessoas têm receio de sair, a partir de certa altura, à rua, é a sua própria liberdade que está em causa, já não é só a sua própria segurança”, referiu, apontando o dedo aos “erros graves” em matéria de política de segurança nos últimos quatro anos e meio.
Portas critíca por isso a forma como se lida com os criminosos: “O sentimento de impunidade deve-se muito ao facto dos crimes em flagrante delito, onde a polícia arrisca a sua vida para deter os meliantes, leva-os a tribunal e, em vez de serem julgados em 48 horas, são sistematicamente soltos, voltam a cometer crimes, são detidos e voltam a ser soltos”. “Esta impunidade tem de acabar”, vincou Paulo Portas, que disse ser o CDS-PP um “partido confiável” nesta matéria onde o PS “falhou” e o PSD é “hesitante”.
Para terminar, Portas questionou: “como é possível termos mais 100 mil crimes que há 10 anos, e o número de detidos desce”. “Não tem qualquer lógica”, concluiu.
Estes gajos precisam é de uma barraca ,como...
Tgjjhklk
Boa tarde,é triste e lamentavél,que quem escreveu ...
E sempre de louvar estes investimentos no interior...
A cultura deve ser preservada a todo o custo. Por ...