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Câmara de Santarém criticada por encomendar estudo a uma empresa da Guarda

Quinta-feira, 25.10.12

A concelhia socialista de Santarém critica o facto de a autarquia social-democrata ter recorrido a uma sociedade de revisores oficiais de contas da Guarda para elaborar os planos financeiros de suporte à candidatura ao Programa de Apoio à Economia Local (PAEL).

Para o PS, “mesmo que não tivesse técnicos para fazer o estudo, a autarquia deveria ter recorrido a sociedades do concelho, sublinhando que a verba assim despendida poderia ter servido para saldar dívida a fornecedores, associações e juntas de freguesia”.

 

No comunicado, a concelhia do PS de Santarém refere que “é público o recurso pela Câmara Municipal de Santarém ao PAEL (Programa de Apoio à Economia Local) e ao saneamento financeiro do município scalabitano – no total de 45 milhões de euros, revelando o que todos já sabiam, a dívida chega aos 100 milhões de euros e a gestão do PSD tem sido ruinosa e com isto obriga o concelho a pagar cerca de 18 milhões de euros de juros com o recurso a esses programas financeiros”.

Mas, segundo o PS, “no mesmo mês em que se aprova as respetivas candidaturas para o saneamento das contas da autarquia, a gestão do PSD promove uma festa no convento de S. Francisco para comemorar a fusão de empresas municipais, criadas pelo PSD, festejam o erro que cometeram, gastando dinheiro em celebrações sem qualquer fundamento ou necessidade para o concelho”.

Mais grave, para o PS de Santarém, é saber que “o executivo PSD, liderado por Ricardo Gonçalves, vai pagar a uma sociedade de revisores oficiais de contas, da cidade da Guarda, a quantia de 55 mil euros para a elaboração dos estudos e planos financeiros para a candidatura ao PAEL”.

Ao que apurámos, a sociedade é detida por destacados militantes do PSD, entre os quais o presidente da concelhia de Celorico da Beira e o proprietário de uma empresa de sondagens de Coimbra.

O Partido Socialista “repudia este tipo de gestão do dinheiro público, mas infelizmente, é assim que o PSD tem gasto o dinheiro em Santarém, com actos e decisões que levam o município ao descalabro financeiro”.

Para os dirigentes socialistas de Santarém, “num momento como o actual, o executivo camarário deveria concentrar as suas prioridades no que é essencial e necessário, como fizeram as restantes autarquias que recorreram ao mesmo programa, e deveria ter elaborado a sua candidatura com os recursos humanos que possui nos seus quadros, evitando gastar mais 55 mil euros”.

“Não podemos deixar de manifestar a nossa indignação pelo factode se recorrer a uma empresa da Guarda, quando existem profissionais em Santarém habilitados para o fazer, se fosse verdade que a autarquia não tivesse quadros técnicos para o efeito”, afirma o comunicado assinado pelo presidente da Concelhia Carlos Nestal, considerando que “parte dessa quantia poderia e deveria ser para ir saldando as dívidas”.

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