Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]



GNR aconselha idosos


Mais sobre mim

foto do autor


calendário

Fevereiro 2012

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
26272829

Arquivo

  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2012
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2011
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2010
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2009
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2008
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2007
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Pesquisar

 



Foz Côa: Linha do Sabor poderá receber ecopistas e ciclovias

Sábado, 18.02.12

A REFER pretende avançar com a concessão da totalidade do canal ferroviário da antiga linha do Sabor, tendo em vista a sua transformação num corredor destinado a uma Via Verde que englobe ecopistas e ciclo vias.

"Prentendemos que seja criado um corredor verde ao longo de todo canal ferroviário, já que a via atravessa o Parque Natural do Douro Internacional, havendo por isso mais valias turísticas e ambientais que terão de ser exploradas", disse, este sábado, à Lusa, o gestor do Plano Nacional de Ecopistas
da REFER, Luís Manuel Silvestre.

A pretensão foi avançada, após uma reunião de trabalho que juntou vários parceiros europeus ligados ao turismo, cultura e património ferroviário e que
decorreu em Miranda Douro.

Antiga linha do caminho-de-ferro do Sabor fazia a ligação entre as estações de Duas Igrejas (Miranda do Douro) e o Pocinho (Vila Nova de Foz Côa).

 

"Se numa perspectiva europeia não utilizarmos as potencialidades dos produtos endógenos relativos ao turismo cultural e paisagístico, turismo da natureza e outras vertentes ligadas ao sector e se os mesmos não forem potenciados juntos dos mercados emissores de turistas para o nosso território, é difícil cativar novas actividades e empreendedores para as regiões abrangidas ", acrescentou o responsável.

O valor que a REFER património propõe é de 250 euros por quilómetros/ano, durante um período de 25 anos, renovável, para as autarquias que queiram avançar com um projecto de uma ecopista ou ciclovia no seu território.

"É um montante insignificante se for dividido pelos 365 dias do ano, e depressa se chega à conclusão que se trata de valor ridículo", frisou Luís
Manuel Silvestre.

Segundo o gestor da REFER, a construção de uma ecopista ou ciclovia não inviabiliza a possibilidade de futuro, que no canal ferroviário passa ser
utilizado por outro tipo de transporte.

Por seu lado, a directora da Associação Europeu de Vias Verdes, a espanhola Mercedes Munoz, o sucesso de construção de uma via verde é um sucesso garantido, havendo vários exemplos tanto em França como em Espanha.

"Na região francesa de Borgonha, há uma ecopista com cerca de 700 quilómetros de extensão, equipamento turístico que atrai aquela região mais de um milhão de visitantes por ano dispostos a descobrir todo o potencial daquela área de território", exemplificou.

Na Europa começam a ser dados os primeiros passos em projectos transacionais que englobam ciclo vias de vários países vizinhos, criando desenvolvimento económico e sustentável.

Agora a REFER pretende avançar com formas de persuadir os concelhos espalhados um pouco por todo o país e que são atravessados por estes tipos de
canais ferroviários desativados, a aderirem a este movimento das designadas "Vias Verdes Europeias".

 

Leia tudo no JN

Autoria e outros dados (tags, etc)



Visitantes, de onde?

Locations of visitors to this page

Visitantes

hit counters
hit counter


Comentários recentes