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Nem todos saem nas mesmas condições da Delphi

Quinta-feira, 30.12.10

O desespero está a tomar conta de empregadas de limpeza, bar e do único jardineiro da fábrica da Delphi da Guarda, cujos patrões só estão dispostos a pagar meio mês por cada ano de trabalho. "Além de ficarmos sem emprego, ainda querem ficar com o que é nosso por lei", denuncia Silvino Santos, que cuida dos espaços verdes há 19 anos. Ele e a mulher, funcionária de limpeza, são alguns dos rostos do desânimo: "Se não nos derem o mês de lei, que é o que exigimos, rondará os dez mil euros. Mas o patrão alega que não tem dinheiro para pagar mais", acrescenta.

Aquele trabalhador nunca pertenceu ao quadro da multinacional, mas passou sucessivamente por várias empresas contratadas desde a instalação da Delphi na Guarda. "Já apresentámos uma contraproposta, que é um mês por cada ano de trabalho, e disso não abdicamos. Se não há dinheiro, devia ser a Delphi a assumir a metade em falta da indemnização, era uma questão de justiça", considera Silvino Santos. "Houve colegas que foram trabalhar para a Coficab e para a Misericórdia. Não vamos ter essa sorte", receia.

Com menos problemas estão os funcionários da multinacional de cablagens, que tratam agora de levantar as cartas para  o Centro de Emprego, enquanto as indemnizações - dois meses por cada ano de trabalho - serão liquidadas no último dia do ano.

O fecho da unidade da Guarda deve-se à falta de encomendas. A administração em Portugal alegou ainda que era "necessário para não pôr em risco a empresa de Castelo Branco", recordou Vítor Tavares, do Sindicato das Indústrias Transformadoras e da Energia. Nesse sentido, a produção foi transferida para a cidade vizinha, onde a fábrica já emprega 1050 pessoas, mais 250 que no início de 2010.

JN

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