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Cáritas apresentaram estudo sobre a zona raiana

Terça-feira, 25.11.08

As Cáritas Diocesanas da Guarda, Ciudad Rodrigo e Salamanca elaboraram num estudo sobre a situação demográfica, laboral e cultural da zona raiana.

O estudo, desenvolvido pela FINSOA (Fundación para la Investigación Social Operativa e Aplicada), e pelo Observatório Económico e Social da Universidade da Beira Interior, aponta como principais problemas da Raia, o despovoamento, o envelhecimento e a desertificação demográfica, referindo, por exemplo, que toda a zona raiana perdeu 58% da população relativamente a 1950, passando de 92 mil para 38500 habitantes, na actualidade.

Os investigadores, no terreno desde 2006, referem agora que esta é uma das zonas mais desfavorecidas e pobres da Península Ibérica e da Europa, onde há falta de “massa crítica”, também por falta de emprego.

O estudo considera ainda que existe um “abandono” e um “tratamento desfavorável” por parte dos Governos e dos órgãos administrativos de Portugal e de Espanha, relativamente a esta zona geográfica, mas existe também um fraco “espírito empreendedor” na população, onde a “resignação com a sua sorte, o derrotismo e o pessimismo da sua população” são factores que pioram o já grave quadro desta região, gerando ainda mais “abandono”.

A aposta passa assim, segundo Paulo Neves, da Cáritas da Guarda, num Plano Interdiocesano de Intervenção Social, “que proporcione um futuro de esperança para as pessoas que vivem na zona raiana”, desenvolvendo acções a nível da animação comunitária, ao nível do desenvolvimento de serviços de proximidade e a nível de acções para a inserção laboral, sendo preciso despertar o espírito “empreendedor”, conclui.

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